Tendo em vista matéria produzida pelo Jornal Informe desta sexta-feira, denunciando o assessor parlamentar Célio Alvarenga de realizar trabalhos junto a uma Auto Escola em horário de trabalho na Câmara Municipal, a Mesa Diretora decidiu exonerá-lo, por medida de precaução. O ato foi assinado ainda pelo ex-presidente Antonio Gilberto Gonçalves, afirmando que o mesmo poderá ser recontratado, caso prove sua inocência.
O cargo de assessor parlamentar foi criado através da Lei Complementar 113/2007, dentro do Plano de Carreira e de Cargos e Vencimentos dos Servidores, no mês de agosto do ano passado. Dentro das atribuições da função, existe um item que permite que o assessor exerça função externa, mas sempre representando o legislativo e não em tarefas pessoais ou profissionais. “A denúncia afirma que ele trabalhava numa empresa e portando não tinha nenhuma afinidade com sua função aqui”, definiu Gonçalves.
Para ele, a ação deveria servir de exemplo para outra esfera de poder, que recebe pilhas de denúncias todos os dias, mas que não toma providências moralizadoras, tentando justificar o injustificável, frustrando a população que paga seus impostos e por conseqüência os salários dos agentes políticos





