3 de outubro de 2026
Destaque

Projeto ambiental “O Rio do Peixe começa aqui” recebe prêmio

Projeto caçadorense ficou entre os 10 melhores do Educador Transformador 2023

Por Ass. Imp. Prefeitura de Caçador

O projeto ambiental “O Rio do Peixe começa aqui”, desenvolvido pela professora do Sesi, Daiane Xumadelo, com os alunos do ensino médio da Educação de Jovens e adultos do Sesi de Caçador, recebe o prêmio Educador Transformador 2023, ficando entre os 10 melhores educadores nacionais.

O projeto tem como inspiração a pintura dos bueiros pelas principais avenidas do Centro do município, objetivando a sensibilização da comunidade caçadorense, pelo cuidado e valorização das nascentes da Bacia Hidrográfica do Rio do Peixe, bem como, transmitir a consciência e as precauções com os descartes irregulares dos resíduos sólidos, que podem causar diferentes problemas no meio ambiente.

“A partir desta certificação, fomos nomeados embaixadores transformadores, com metas de estimular e engajar ainda mais professores a demonstrar a nível nacional o quanto fazem em suas escolas e quanto de capacidade de criação temos espalhados pelos diversos cantos do país. Essa conquista é dos munícipes, que observam exemplos positivos e mudam hábitos, pensando em um meio ambiente comum do povo e mais sadio a qualidade de vida”, afirma a professora Daiane Xumadelo. 

Para a realização da iniciativa, os responsáveis tiveram a autorização da Prefeitura de Caçador, através da Lei do Voluntário. “Esse é um projeto que merece todo o reconhecimento. Parabenizamos essa iniciativa, em que visa a preservação da sustentabilidade ambiental, despertando a conscientização na população de que o rio começa nos bueiros da nossa cidade”, enfatiza o prefeito, Alencar Mendes.  

“Acredito que oportunizar educandos e colaboradores da indústria a repensar seus valores sobre o ambiente e reestruturar suas atitudes de uma forma mais sustentável, é o maior reconhecimento e valorização que um educador pode ter. Agradecemos a cada envolvido nesse importante projeto”, finaliza a professora Daiane Xumadelo.

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