O prefeito de Papanduva, no Planalto Norte de SC, Luiz Henrique Saliba, um dos três prefeitos presos nesta terça-feira, 6, em operação Mensageiro, do Gaeco, segue preso no presídio regional de Caçador, enquanto sua defesa prepara ação para colocá-lo em liberdade.
De acordo com sua defesa, encabeçada pelo advogado Manolo Del Olmo, Saliba deverá ser ouvido pelo Ministério Público na próxima segunda-feira, 12.
Em nota, a defesa informou que “se esforça para reunir dados a fim de demonstrar que a contratação da empresa de coleta de resíduos, feita em governos passados, está dentro da normalidade, com valores e aditivos inferiores a média da região inclusive”.
A investigação que provocou a prisão do prefeito, está relacionada a suspeita de fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro no setor de coleta e destinação de lixo em diversas regiões de Santa Catarina.
O prefeito Deyvison Souza, Pescaria Brava, foi preso preventivamente em Brasília nesta terça, em viagem oficial. O prefeito Antônio Rodrigues, de Balneário Barra do Sul, também foi preso.
De acordo com o Ministério Público, os mandados de busca e prisão foram cumpridos em Joinville, Três Barras, Mafra, Brusque, Campo Alegre, Pien (PR), Lages, Imbituba, Pescaria Brava, Canoinhas, Laguna, Imaruí, Braço do Norte, Tubarão, Capivari de Baixo, Agrolândia, Apiúna, Ibirama, Presidente Getúlio, Corupá, Itapoá, Barra Velha, Schroeder, Guaramirim, Papanduva, Balneário Barra do Sul, Major Vieira, Bela Vista do Toldo, além do Distrito Federal.






