3 de outubro de 2026
Campanha

Na luta contra o câncer de mama, o Outubro Rosa deve ser o ano inteiro

A presidente da Rede Feminina destaca que a prevenção deve ser o ano inteiro

Por Caçador Online

O Outubro Rosa terminou, mas é preciso conscientizar as pessoas, no ano inteiro, sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. Segundo a presidente da Rede Feminina de Combate ao Câncer, Idima Urio, a campanha foi um grande sucesso.

“Foi muito válido. O Outubro Rosa deveria ser todo mês, porque ele mexe com as pessoas. Tudo fica rosa, todo mundo valoriza a campanha. Nessa campanha, eu não precisei ir atrás de ninguém, a própria comunidade nos procurou. Deu tudo certo”, avalia Idima.

A presidente também destaca algumas conquistas. Uma das principais foi a reforma da sala de coleta de preventivo, a qual passou por adequações. “Com a sala reformada, voltaremos a atender normalmente em breve”, disse.

Prevenção

A campanha visa conscientizar as pessoas sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e cólon do útero. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), esse é o tipo mais comum de câncer entre as mulheres no Brasil e no mundo, atrás apenas do de pele não melanoma, respondendo anualmente por cerca de 28% dos novos casos da doença.

Segundo a presidente da Rede Feminina, a população ainda não está dando a merecida importância ao assunto. “Algumas fazem o exame e sequer vem buscar o resultado. Tem muitos exames parados aqui. O câncer não espera. Depois não adianta se queixar”, salienta Idima.

O exame preventivo pode ser solicitado nos postos de saúde e na Rede Feminina, ambos gratuitos, ou via rede particular. “O ideal seria se presentear: fazer o preventivo no mês do aniversário. É uma boa forma de se lembrar de fazer o exame e se dar um presente importante”, acrescenta.

Grupo de mulheres

Outra conquista durante o Outubro Rosa foi a criação de um grupo de mulheres que já tiveram câncer ou que estão em tratamento. O objetivo é melhorar a autoestima delas, tendo à disposição alguns profissionais para auxiliá-las na Rede Feminina. Equipes da rede também iniciaram outro projeto de visitação de mulheres internadas no hospital.

Mais notícias