Desde o início do ano, 21 catarinenses morreram por gripe A. Todas as mortes foram causadas pelo subtipo do influenza A, o H3N2, segundo o boletim atualizado da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive). A gripe também já causou 158 hospitalizações no Estado, sendo 144 pelo H3N2, uma pelo H1N1 e 11 pelo influenza B. Dois casos ainda estão em investigação do subtipo.
A cidade com maior número de óbitos é Joinville, com três vítimas, seguida por Caçador, Florianópolis, Jaraguá do Sul e Lages, com dois casos cada. Os municípios de Águas Mornas, Blumenau, Brusque, Catanduvas, Concórdia, Jaguaruna, São Bento do Sul, São José, São Miguel do Oeste e Santa Rosa de Lima registraram uma morte cada.
Em relação à faixa etária, a maior proporção de mortes acometeu pessoas acima dos 50 anos de idade (61,9%). Dos 21 óbitos por influenza, 76,2% apresentaram algum fator de risco para agravamento (idosos, obesos e doentes crônicos). Do total, 85,7% fizeram uso do medicamento oseltamivir, em média, quatro dias após o início dos sintomas, sendo que o recomendado é iniciar o tratamento em até 48 horas.
Segundo relatório desta quarta-feira da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive-SC), o perfil de casos e óbitos em 2017 indica, até o momento, a circulação maior do vírus influenza A H3N2, acometendo idosos e adultos com comorbidades (doentes crônicos e obesos).
Casos por mês em 2017
Janeiro 0
Fevereiro 4
Março 9
Abril 42
Maio 92
Junho 11





