O Serviço Social do Comércio (Sesc), através do projeto EmCenaCatarina, em parceria com a Prefeitura, realiza na noite desta terça-feira, 6, o espetáculo “Recluso”. A apresentação é gratuita, inicia às 20h e será no Teatro da Uniarp.
O projeto é o maior de circulação de espetáculos de artes cênicas de Santa Catarina. As apresentações passarão por outras 24 cidades do Estado. No final de cada apresentação haverá um debate com os artistas.
“Recluso”
Data: 06 de junho (terça-feira)
Horário: 20h
Grupo: Elke Siedler e Diogo Vaz Franco
Local: Uniarp Caçador
Mediador do debate: Rodrigo Schapieski
Classificação: 14 anos

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Crédito: Cristiano Prim
“Recluso” é um solo de dança contemporânea, de Elke Siedler com o bailarino Diogo Vaz Franco, criado a partir de experiências pessoais de dor psicofísica dos artistas do projeto em confluência com a obra “De Profundis”, do escritor britânico Oscar Wilde. A proposta é criar uma ambiência prisional habitada por fluxos contínuos de movimentos enquanto metáfora poética sobre as transformações transitórias da dor, tecidas ao longo de uma temporalidade dilatada no sombrio da existência humana. A apresentação será seguida por uma conversa comandada por Elke Siedler, acerca dos entendimentos contemporâneos de dramaturgia em dança em diálogo com os procedimentos artísticos que perpassaram a composição do espetáculo.
“O pior de mim”
Data: 07 de junho (quarta-feira)
Horário: 20h
Apresentação: Monica Siedler com o artista visual Bruno Bez
Local: IFSC Caçador - Av. Fahdo Tomé, 3000
Mediadora do debate: Malu Zardo
Classificação etária: 14 anos

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Crédito: Carla Linhares
Na performance em dança “O Pior de Mim”, Monica Siedler propõe uma corporalidade de guerra e improvisos, interrogações sobre os limites das relações entre corpo e obra de arte, como elementos jogados em cena e cujo drama gira em torno do que, imagina-se, perpassa o pior de mim. Com imagens videográ?cas projetadas num telão, manipuladas ao vivo pelo artista visual Bruno Bez, cria-se a relação entre corpo e projeção que conversam entre si e o público. O debate “Criação de si como obra de arte” acontece no final da apresentação, tendo como referência a performance, para refletir e problematizar sobre procedimentos de criação artística no qual artistas partem de sua biografia pessoal para compor dramaturgias para a cena.





