Moradores da Linha Rio Bugre estão descontentes com o barro no asfalto que dá acesso a comunidade. Segundo eles, o barro é de uma empresa madeireira que tem seus caminhões trafegando frequentemente pela via. Um fato que os indignou foi um caminhão precisar ser rebocado, pois não conseguiu terminar um pequeno declive por conta do barro.
A moradora da comunidade Daniela Susin comentou que a situação está bastante complicada, pois com o barro a pista fica muito lisa e pode provocar acidentes. “Não parece que tem asfalto devido ao barro. Não é correto, nós que esperamos tanto por este asfalto estar sofrendo desta maneira”, desabafou ela.
Daniela afirmou ainda que a situação vem se repetindo desde a inauguração da pista há cerca de cinco meses. “Esperamos que solucionem este problema antes que algo grave possa acontecer”, afirmou a jovem.
O jornalismo do Portal Caçador Online procurou os responsáveis da empresa Copatti Madeiras, que está sendo alvo das reclamações. Em entrevista, a responsável pela empresa, Ana Paula Meiger, ela comentou que está a par da situação sim, porém no momento nada pode ser feito, pois está com o cascalho para ser espalhado, mas enquanto estiver chovendo não tem como fazer isso.
“Em relação do caminhão rebocado, é da empresa. Também não gostamos disso, até porque qual empresa gostaria de ver seus caminhões rebocados no asfalto. Estamos cientes do problema, mas no momento não podemos fazer nada, pois se cascalharmos o pátio da empresa com toda esta chuva, vamos só perder tempo”, frisou Ana Paula.
Ana Paula comentou também o fato de que a empresa contribuiu com a base do asfalto, pois segundo ela, foram toneladas e toneladas de cascalho retiradas do pátio da empresa, onde foi escavado cinco metros de profundidade. Porém agora, não tem cascalho na empresa pra resolver a situação e estão a espera da Prefeitura para repor o cascalho retirado de lá e assim solucionar a situação do barro.
A responsável falou também da alta velocidade de alguns motoristas que trafegam por aquela estrada. “Sabemos da situação do barro, mas tem o problema com a velocidade. Se andar devagar ninguém corre risco nenhum”, frisou ela.








