A Presidente da República, Dilma Rousseff, deixou o Aeroporto de Caçador em direção à Brasília por volta das 15h50 desta terça-feira, após ver a situação das cidades atingidas pelas chuvas em Santa Catarina e no Paraná.
De acordo com a assessoria de imprensa da presidência, o foco principal da visita era conhecer a situação do estado vizinho, mas a Chefe do Executivo Federal passou também sobre Porto União, no Norte catarinense, município bastante prejudicado pela grande precipitação que caiu na região entre 6 e 8 de maio.
O avião com a presidente Dilma Rousseff pousou no Aeroporto de Caçador por volta das 12h30 desta terça-feira (17), Em seguida, ela fez um sobrevoo de helicóptero nas áreas mais atingidas pelas enchentes, em Santa Catarina e no Paraná.
Depois disso, ela seguiu para União da Vitória (PR), onde a presidente participou de uma reunião na Câmara de Vereadores. De lá, ela retornou a Caçador para pegar o avião de volta a Brasília.
De acordo com o governo catarinense, a escolha do aeroporto de Caçador se deu pela proximidade com a cidade paranaense de União da Vitória.
Dilma libera R$ 5,4 milhões
Para os municípios atingidos no Paraná, Dilma anunciou a liberação de R$ 3,9 milhões. E para as cidades catarinenses que sofreram com a enchente, R$ 1,5 milhão. Os recursos são do Ministério de Integração Nacional.
Situação de emergência estadual
Os registros de chuva forte há pouco mais de 10 dias em Santa Catarina fizeram o governo do estado decretar situação de emergência. O documento reconhece 41 municípios listados pela Defesa Civil estadual e vale por 180 dias. Publicado no Diário Oficial do Estado na segunda (16), o decreto foi assinado pelo governador Raimundo Colombo na última sexta (13).
O prazo de validade do decreto prevê a entrega de documentos de municípios que ainda estão com situação de enchente. As áreas que registraram maior número de problemas devido às chuvas ficam no Norte catarinense e no Vale do Itajaí. O município de Corupá, no Norte, registrou o maior volume de precipitação (462 milímetros em 96 horas, segundo a Epagri/Ciram).








