A caçadorense Carolina Vivan, 19 anos, está em Maputo, capital de Moçambique em um intercâmbio voluntário pela AIESES (Maior ONG liderada por jovens do mundo). Ela está no país a pouco mais de um mês.
A jovem explicou que o nome do seu programa é “Cidadão Global”, onde o objetivo é fazer a diferença na vida de alguma comunidade, impactar positivamente a vida das pessoas inseridas nela.
Carolina comentou que está trabalhando em um projeto que beneficia as pessoas do interior da cidade de Matola Gare e se chama VGV (Visão Global para a Vida). “O nosso projeto nada mais é a construção de uma biblioteca para a comunidade, com foco nas crianças beneficiadas pela ONG”, frisou.
“Queremos, a partir da "vaquinha virtual" proporcionar mudança na vida destas pesspas, principalmente no sentido de fazer com que as mesmas passem a ser mais independentes e possam dar o primeiro passo para uma perspectiva empreendedora delas mesmas, visto que o assistencialismo é o mal da comunidade e de quase todos os países da África subdesenvolvidos”, revelou a caçadorense.
Matola Gare é uma comunidade rural de Moçambique, localizada nos arredores de sua capital, Maputo.
O trabalho voluntário acontece através da AIESEC. Todos estão trabalhando na ONG Visão Global para a Vida (VGV) que atua nesta região desde 2006 é uma entidade de natureza não lucrativa com fins humanitários.
O projeto tem a missão de promover e apoiar iniciativas em prol dos grupos sociais desfavorecidos nas comunidades rurais, tendo como áreas de intervenção o desenvolvimento comunitário, sustentável e os direitos humanos. A ONG assiste cerca de 70 crianças vulneráveis, algumas das quais órfãs e cerca de 54 famílias que são sustentadas, em sua maioria, por mães solteiras e viúvas.
Atualmente, não conta com nenhum apoio ou renda fixa, o que dificulta e muitas vezes impossibilita a elaboração de projetos educacionais e culturais, já que praticamente todo o dinheiro que chega até a ONG é revertido para a alimentação das crianças e mulheres.
Até o início de 2013 a ONG tinha apenas um escritório no meio da comunidade. Agora já tem um escritório novo, um alpendre e um galinheiro, tudo isso construído com o esforço da Dona Luisa, presidente da ONG e dos vários intercambistas que passaram pela ONG, pessoas do Brasil, Chile, Argentina, Portugal, África do Sul, Noruega, Moçambique e diversos outros países que foram trabalhar como voluntários naVGV tentando melhorar a realidade local.
Conheça o projeto o programa acessando o site:http://catarse.me/pt/bibliotecavgv






