Mesmo com o tempo chuvoso e nublado, o 7º Encontro de Automóveis Antigos, 2º Encontro de Caminhões Antigos e 1º Encontro de Motos Harley Davidson foi um sucesso. Mais de 50 motos e 320 veículos, entre carros, caminhões e ônibus, ficaram expostos neste final de semana no parque Central José Rossi Adami, em Caçador. O número é quase 100 exemplares a mais do que o encontro do ano passado.
O presidente da Associação de Autos Antigos de Caçador, Selvino Caramori, avaliou de forma positiva o encontro. Segundo ele, o evento já é um dos maiores do gênero em Santa Catarina pela organização, número e qualidade dos veículos.
“Todos os veículos que estiveram no evento marcaram época, são carros nacionais e importados que deixam saudades e levam um pouco da história. Os caminhões também foram grandes aliados no desenvolvimento do país e tivemos modelos da Suécia e da Alemanha, isso mostra a diversidade que tivemos em Caçador”, enfatizou.
Os veículos expostos vieram de várias regiões dos estados de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo. Os exemplares ficaram estacionados por toda a extensão da rua Benedito Ponciano, no Parque Central.
Caramori destacou também o apoio da HD Floripa, loja oficial da Harley Davidson, que já confirmou presença no evento do próximo ano. “A ideia de inovar com as motos no encontro foi muito importante para a divulgação, fortalecendo o evento cada vez mais”, disse o presidente da Associação, que estimou um público recorde de 20 mil pessoas durante os dois dias, sábado e domingo.
“Todo o apoio que temos recebido nos motiva a estar melhorando a cada ano. Nossa ideia é que esse atrativo aconteça todos os anos, movimentando a economia de Caçador e proporcionando a toda região um momento único de lazer, confraternização e história”, concluiu Caramori.
Ford Phaetom 1929, o carro mais antigo do Encontro
Idalino Roso é o proprietário do carro mais antigo que participou do Encontro em Caçador, um Ford Phaetom 1929. O colecionador é de Joaçaba e adquiriu o veículo há 60 anos. Depois, uma única reforma foi realizada, transformando o carro em uma relíquia.
Mesmo com o carro avaliado em mais de R$ 150 mil, Idalino afirma que não vende a relíquia. Com o Ford Phaetom ele costuma participar de encontros de automóveis antigos, em várias regiões do Brasil e também em países vizinhos, como o Paraguai, por exemplo.
“É uma paixão, cuido do carro com todo cuidado. Mas também não deixo de aproveitá-lo, pois quando fico sabendo de alguma exposição coloco a família dentro e pego a estrada rodando com ele”, finaliza Idalino Roso.




















































