Funcionários do Hemocentro Regional de Joaçaba (HEMOSC) estiveram em Caçador nesta terça-feira, 2, para mais uma campanha de doação de sangue. Desta vez, aproximadamente 40 bolsas foram coletadas, sendo que mais de 70 pessoas passaram pelo local de coleta.
De acordo com a Assistente Administrativa, Mônica Beal, Caçador é uma cidade onde a solidariedade prevalece sempre. Ela enfatiza que é muito bom vir pra Caçador, pois sabe que muitas pessoas estarão prontas para doar sangue.
Mônica explica que as bolsas de sangue coletadas em Caçador são levadas para Joaçaba onde é feito o processamento e posteriormente encaminhado para hospitais da região. Monica fala ainda que mulher não pode doar sangue mais de três vezes ao ano e homens no máximo quatro vezes. De acordo com Monica, o sangue mais procurado é o O negativo que é doador universal.
Mônica revela que cada bolsa tem entre 450 a 470 ml de sangue e pode ajudar até quatro pessoas com uma única bolsa.
Para a assistente administrativa, Caçador sempre supera as expectativas do HEMOSC pelo fato das pessoas saberem da importância da doação de sangue. Ela enfatiza que Caçador sempre mantem o seu nível de doadores sendo entre 50 a 70 pessoas.
Embora realizados exames no sangue coletado (Hepatite, Sífilis, Doença de Chagas, HIV e outros), não existe 100% de segurança para o receptor. De acordo com Mônica, há uma janela imunológica, que é o espaço de tempo entre a contaminação e a positividade do teste, significando que a pessoa pode ter sido contaminada por um vírus e este agente não foi detectado através dos exames realizados.
Mônica enfatiza que por esse motivo, é fundamental que o doador seja sincero na entrevista.
A ação aconteceu em parceria com Bombeiros Voluntários de Caçador, Universidade do Alto Vale do Rio do Peixe (UNIARP) e HEMOSC de Joaçaba.
Cinco cadastros para doação de medula são realizados
Além da doação de sangue, os doadores puderam optar também por fazer o cadastro de doação de medula óssea. Esse foi o caso do repórter, Clériton Freire. De acordo com ele, a motivação de ser doador foi de saber que algum dia poderá ajudar alguém que tanto precisa.
Clériton explica que ficou sabendo da doação de medula óssea através da imprensa falada e escrita. A partir disso surgiu o interesse de ser doador e está preparado para ajudar quem precisar.







