3 de outubro de 2026
Saúde

Vigilância Sanitária orienta quanto a medicamentos controlados

Objetivo é evitar possíveis problemas de saúde e até dependência

Por Caçador Online

A Vigilância Sanitária de Caçador está orientando a comunidade acerca dos medicamentos controlados. “Estes são medicamentos que só podem ser vendidos mediante a apresentação e retenção de receita ou mais conhecidos pela tarja preta impressa na embalagem, mas também podem apresentar tarja vermelha e demandarem receita médica em duas vias”, explica a farmacêutica e bioquímica da Vigilância, Alice Legat.

 

Segundo ela, estes medicamentos podem trazer tanto a cura de uma doença como a dependência física e psíquica de quem os consome inadequadamente. “Por isso a preocupação das autoridades sanitárias para que a legislação vigente seja cumprida”, completou.

Para alguns tipos de medicamentos é necessária a apresentação de um documento padronizado chamado “notificação de receita”, que pode ser de cor branca, azul ou amarela, dependendo do tipo do medicamento.

Para a farmácia vender este tipo de medicamento é preciso a verificar uma série de itens que devem constar na receita e, caso esteja rasurada ou emendada, fora do prazo de validade de 30 dias (10 dias no caso de antibióticos) ou não possua algum item obrigatório, não deve ser efetuada a venda.

“A quantidade de medicamento que pode ser vendida por receita é limitada, sendo que para alguns medicamentos a venda é para no máximo 30 dias e para outros 60 dias de tratamento”, completou Alice, salientando que “para que o medicamento possa ser manipulado é necessário que este não esteja prescrito pelo nome comercial e que conste o número de cápsulas”.

“O que as autoridades sanitárias defendem é o equilíbrio entre o acesso de quem precisa utilizar medicamentos controlados e a restrição ao uso abusivo. Se o farmacêutico informar que não pode vender o medicamento devido algum problema na receita, tenha a certeza de que ele está apenas cumprindo a lei e não deixaria de vender o medicamento se pudesse”, acrescentou a farmacêutica.

“Assim, orientamos a população a dar preferência a profissionais idôneos que visam apenas a proteção da saúde dos clientes e o cumprimento da lei”, finalizou.

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