A Coocima, que atua na coleta seletiva de material reciclável em Caçador, tem passado por dificuldades nos últimos meses, devido a caminhões estarem se passando por veículos da cooperativa e recolhendo o material pela cidade.
De acordo com o presidente da cooperativa, Gilmar Soares, são os chamados caminhões piratas, que se apresentam como da Coocima e acabam recolhendo o material, e isso tem onerado os cofres.
Para se ter uma ideia, a cooperativa tinha média de 35 toneladas/mês de material recolhido e este mês está sujeito a não chegar a 20 toneladas, devido a atuação desses piratas.
“Isso reflete também nos cooperados, pois como a renda diminuiu, cai também o salário de quem atua na Coocima, já que temos que recolher o INSS deles. Essas pessoas estão tirando dinheiro do nosso trabalhador e ainda dando um destino diferente para o material”, declara Soares.





