3 de outubro de 2026
Crise

Prefeitura afirma que Caps II tem profissionais suficientes

Denúncia havia sido feita ao Ministério Público pelo Conselho Municipal de Saúde

Por Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Caçador

O assessor jurídico da prefeitura de Caçador, Magnus Caramori, encaminhou na tarde desta quinta-feira, 24, documento ao Ministério Público Federal contendo a lista de profissionais que atuam no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS II).

A listagem foi requerida pelo promotor da República em Caçador, Anderson Lodetti Cunha de Oliveira, após o Ministério Público solicitar a contratação imediata de profissionais, a fim de compor a equipe técnica mínima para atender as exigências previstas pela portaria do Ministério da Saúde. Pelo documento a Prefeitura teria o prazo de 30 dias para comprovar as providências que está tomando para regularizar a situação.

Atualmente o CAPS II atua com 16 profissionais e tem cadastrados 133 usuários do serviço. Segundo Magnus este número atende as exigências do Ministério da Saúde e é suficiente para a demanda existente. “A denúncia, que partiu do Conselho Municipal da Saúde, de que o CAPS II não atende com uma equipe técnica mínima foi equivocada, e já estamos esclarecendo isso com documentos que comprovam aquilo que estamos dizendo”, destaca Magnus.

O assessor ainda informa que nesta semana foi aprovado, na Câmara Municipal, o projeto que prevê alterações na execução do Programa CAPS II. Esta mudança tem a intenção de efetivar as vagas que hoje são temporárias. Para isso, a intenção da Prefeitura é, nos próximos meses, realizar um novo concurso público.

A coordenadora do CAPS II, Sávia Serrão, explica que o Centro possui equipes multiprofissionais e oferecem diversas atividades terapêuticas: psicoterapia individual ou grupal, oficinas terapêuticas, acompanhamento psiquiátrico, atividades de orientação e inclusão das famílias e atividades comunitárias, entre outras.

“Seguimos todas as orientações, inclusive do Ministério da Saúde, para que possamos disponibilizar um serviço sério e diferenciado para as pessoas que necessitam deste atendimento. O número de profissionais é suficiente para atender a demanda e não há irregularidades neste serviço”, ressalta.

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