3 de outubro de 2026
Educação

Depredações em escolas preocupam Secretaria de Educação

Por Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Caçador

Atos de vandalismo constatados em algumas escolas do município nos últimos dias têm preocupado a Secretaria Municipal de Educação. De acordo com a responsável pela pasta, Scheilla Marins, somente nas escolas Nossa Senhora Salete, Vereda dos Trevos e Ulysses Guimarães várias ocorrências de depredação do patrimônio público foram registradas, causando problemas no andamento escolar e gastos desnecessários aos cofres públicos.

Scheilla explica que na escola Ulysses Guimarães, desde que as ampliações onde funciona a Educação Infantil foram inauguradas, a escola tem sofrido problemas constantes com a quebra de vidros, portas danificadas, buracos no muro e sujeira de todo tipo dentro do pátio da escola, paredes riscadas, entre outros.

Na Nossa Senhora Salete os problemas não são diferentes, inclusive, a área de recreação das crianças da educação infantil também foi danificada. No dia 18 de novembro a escola havia realizado melhorias para consertar alguns locais danificados por vândalos, porém, dez dias depois novas depredações foram registradas.

“A primeira coisa que os meliantes fazem é danificar as câmeras de vigilância existentes nas escolas de maneira que não sejam reconhecidos, para depois praticar as demais ações. Mesmo com esses equipamentos e o trabalho da Guarda Municipal, não estamos conseguindo inibir estes atos criminosos. Por isso, pedimos à comunidade que nos ajude a fiscalizar e a denunciar a pessoas envolvidas, uma vez que a maioria das ocorrências é constatada a noite ou nos finais de semana”, afirma a secretária, dizendo ainda que na escola Vereda dos Trevos, até mesmo veículos estacionados próximos à escola são danificados.

Já há algum tempo as escolas municipais recebem um auxílio financeiro mensal de R$ 3,00 por aluno, para suprir gastos essenciais do dia-a-dia, porém, boa parte ou todo este recurso acabam indo para consertar atos de vandalismo.

“Não creio que são pessoas da própria comunidade que estão fazendo estas depredações, mas é preciso que todos se conscientizem de que somos responsáveis pelos bens públicos, pois os gastos saem do bolso de cada um de nós que pagamos os nossos impostos. Temos o direito de reivindicar, mas também temos o dever de zelar por aquilo que foi conquistado”, finaliza Scheilla.

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