Atos de vandalismo constatados em algumas escolas do município nos últimos dias têm preocupado a Secretaria Municipal de Educação. De acordo com a responsável pela pasta, Scheilla Marins, somente nas escolas Nossa Senhora Salete, Vereda dos Trevos e Ulysses Guimarães várias ocorrências de depredação do patrimônio público foram registradas, causando problemas no andamento escolar e gastos desnecessários aos cofres públicos.
Scheilla explica que na escola Ulysses Guimarães, desde que as ampliações onde funciona a Educação Infantil foram inauguradas, a escola tem sofrido problemas constantes com a quebra de vidros, portas danificadas, buracos no muro e sujeira de todo tipo dentro do pátio da escola, paredes riscadas, entre outros.
Na Nossa Senhora Salete os problemas não são diferentes, inclusive, a área de recreação das crianças da educação infantil também foi danificada. No dia 18 de novembro a escola havia realizado melhorias para consertar alguns locais danificados por vândalos, porém, dez dias depois novas depredações foram registradas.
“A primeira coisa que os meliantes fazem é danificar as câmeras de vigilância existentes nas escolas de maneira que não sejam reconhecidos, para depois praticar as demais ações. Mesmo com esses equipamentos e o trabalho da Guarda Municipal, não estamos conseguindo inibir estes atos criminosos. Por isso, pedimos à comunidade que nos ajude a fiscalizar e a denunciar a pessoas envolvidas, uma vez que a maioria das ocorrências é constatada a noite ou nos finais de semana”, afirma a secretária, dizendo ainda que na escola Vereda dos Trevos, até mesmo veículos estacionados próximos à escola são danificados.
Já há algum tempo as escolas municipais recebem um auxílio financeiro mensal de R$ 3,00 por aluno, para suprir gastos essenciais do dia-a-dia, porém, boa parte ou todo este recurso acabam indo para consertar atos de vandalismo.
“Não creio que são pessoas da própria comunidade que estão fazendo estas depredações, mas é preciso que todos se conscientizem de que somos responsáveis pelos bens públicos, pois os gastos saem do bolso de cada um de nós que pagamos os nossos impostos. Temos o direito de reivindicar, mas também temos o dever de zelar por aquilo que foi conquistado”, finaliza Scheilla.





