4 de outubro de 2026
Controle

Vigilância Sanitária intensifica fiscalização em salões de beleza

Objetivo é analisar a qualificação dos profissionais e a higiene dos ambientes

Por Caçador Online

A Vigilância Sanitária de Caçador está realizando um trabalho de fiscalização em salões de beleza. O objetivo é analisar se os profissionais estão regularizados junto aos órgãos de classe ou Secretaria da Educação.

Outra questão importante é o alvará sanitário. De acordo com a coordenadora da Vigilância Sanitária, Fátima Michelin, se o estabelecimento possui este documento, significa que as comprovações de participação em cursos relacionados com essa área, assim como as técnicas utilizadas pelos prestadores de serviços, são de conhecimento e aceitos pela vigilância sanitária.

“Os profissionais dessa área devem adotar medidas preventivas contra a transmissão de doenças, como o uso de avental ou guarda-pó, máscara, luvas e gorro, especialmente quando a atividade envolver processos invasivos na pele ou contato com sangue, secreções ou tecidos lesados de clientes”, explicou.

Segundo ela, para isso é importante manter os ambientes permanentemente higienizados (piso, paredes, teto), assim como as pias, cubas, bancadas, cadeiras, bacias e outros utensílios e utilizar somente produtos que tenham comprovada procedência, com registro no Ministério da Saúde, dentro do prazo de validade e com aparência íntegra.

Fátima ainda alerta que não se deve reutilizar as embalagens e frascos dos produtos. “A limpeza, a desinfecção e a esterilização das superfícies são necessárias, porque existem doenças que podem ser transmitidas e adquiridas nestes locais”, afirma a coordenadora.

Doenças
“Tomar todos os cuidados exigidos pela Vigilância é também prevenir possíveis doenças. Micoses e infecções da pele, unhas e couro cabeludo são transmitidas através do contato com pessoas portadoras dessas doenças, ou com materiais e acessórios que não tenham passado por uma correta limpeza, desinfecção ou esterilização”, explica Fátima.

Junto a estes, segundo ela, está a hepatite tipo B e C e o HIV, doenças cuja principal forma de transmissão é o sangue contaminado, presente em instrumentos, equipamentos e materiais, especialmente os perfurantes e cortantes, que não tenham passado por uma correta assepsia, dentro do que determinam as normas técnicas.

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