Os trabalhos com a comunidade de Mirandiba, em Pernambuco, prosseguem de forma animada de acordo com os alunos e professores da Uniarp no município. Além da capacitação dos professores, desta vez a equipe desenvolveu atividades com idosos, crianças e adolescentes do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) e com os professores monitores do programa.

Para o coordenador da equipe Uniarp, professor Clayton Luiz Zanella, os trabalhos têm contribuído sobremaneira para a qualidade de vida da comunidade local.
“Estou muito orgulhoso pelos resultados que estamos atingindo. Nossos acadêmicos da Uniarp surpreendem a cada atividade que realizam e são pessoas simples, compreensivas e estão desempenhando de forma ética e comprometida todas as atividades. Não posso deixar de mencionar o companheirismo e a vontade trabalhar do professor Luiz Augusto. Nossa parceria está dando certo”, declarou Zanella.
O professor Luiz Augusto Grando Padilha também falou da vivência em Pernambuco. “Sinto-me honrado em poder participar de um projeto desta magnitude, beleza e grandiosidade. Tenho aprendido muito com as pessoas simples que caminham por este chão e levarei daqui mais esperanças e bons motivos para continuar a viver na minha terra”.
Enquanto os alunos vestidos de palhaços animaram as crianças do PETI, outros acadêmicos trabalharam na formação continuada dos monitores do programa, discutindo temas ligados à educação sexual, violência e trabalho infantil e drogas.
O objetivo desta atividade esteve voltado à capacitação dos monitores com foco na prevenção de problemas intrafamiliares. No período noturno a equipe capacita gestores públicos nas áreas de economia solidária e gestão participativa nas políticas públicas.
Confira depoimentos dos acadêmicos da Uniarp
“O Projeto Rondon está sendo uma experiência única de vida”, Ana Claudia.
“O projeto Rondon é mais que uma lição de vida e cidadania, é uma lição de amor", Karin.
“É maravilhoso estar aqui nesta troca de cultura e aprendizado”, Joice.
“Todos deveriam passar por essa experiência, pois está sendo muito gratificante”, Edevar.
“É gratificante termos a possibilidade de aplicar nosso conhecimento cientifico adquirido na academia para aqueles que necessitam”, Evelyn.
“Estou realizada porque é gratificante aprender e poder crescer enquanto pessoa e profissional”, Claudiane.
“No município coexistem esperanças, medos, sonhos e problemas sociais. A cultura quilombola, o negro que dança e o idoso sentado na calçada são momentos inesquecíveis desta jornada que se chama Rondon”, professor Clayton Zanella.





