O diretor da Guarda Municipal de Caçador, Flávio Krachinski, afirmou que não houve omissão por parte dos agentes na morte do andarilho Antonio Luiz Santos, de 45 anos.
De acordo com Krachinski, por volta das 18h45 de domingo, 9, um funcionário da Reunidas entrou em contato com a Guarda para que fosse feita a retirada de um homem que estava caído no chão da Rodoviária, correndo risco de morte, uma vez que estava no local onde os ônibus estacionam.
“Ao chegar ao local, os agentes da Guarda retiraram o andarilho do chão, colocando-o em um local seguro até a chegada dos Bombeiros Voluntários de Caçador e permanecendo no local até o início do atendimento”, afirmou.
“Com a chegada dos Bombeiros e os primeiros atendimentos, os agentes se retiram do local para realizar rondas. Portanto, tudo o que era cabível à Guarda foi realizada e em nenhum momento omitimos o atendimento à vítima”, afirma.
O diretor ainda lembra que por várias vezes a Guarda encaminhou o andarilho até a Casa de Passagem, onde este recebeu toda a assistência necessária, como banho, roupa, alimentação e pouso, mas como o local é de permanência provisória, a vítima retornou às ruas.
Além disso, segundo Krachinski, Santos teria sido levado até Videira, onde residem familiares, mas esta retornou às ruas de Caçador.
ENTENDA O CASO
Testemunha denuncia omissão de socorro em morte de andarilho





