Com o objetivo de incentivar a produção agroindustrial local, possibilitando que o homem do campo tenha o seu produto de trabalho valorizado, fortalecendo assim a agricultura-familiar e as pequenas indústrias rurais, a prefeitura de Caçador, através da Secretaria Municipal de Agricultura, implantou no Parque Central José Rossi Adami o Programa “Direto da Roça”: um espaço especialmente preparado à exposição e comercialização dos mais diversos produtos de origem animal e vegetal.
De acordo com o secretário de Agricultura, José Carlos Pereira dos Santos, a implantação deste programa se deu após experiências realizadas em novembro do ano passado, quando notou-se uma aceitação positiva da população que frequenta o Parque. “Após este trabalho de teste buscamos aprimorar o projeto para que os nossos produtores tivessem mais este local para a comercialização dos seus produtos, uma vez que o programa já era desenvolvido na “Feira do Produtor”, afirmou.
“Após as adequações necessárias, iniciamos efetivamente este trabalho no domingo passado, e daqui por diante, acontecerá todos os domingos”, destaca o secretário.
Tanto o Parque Central como a Feira do Produtor contam com uma infraestrutura adequada para este fim, sendo que atualmente foi ampliado junto a Feira do Produtor, na Avenida Aristiliano Ramos (Beira Rio) um espaço destinado à comercialização de peixes vivos, com o apoio da Associação dos Piscicultores de Caçador.
“O intuito desta administração Saulo e Lucir é valorizar o homem do campo e possibilitar alternativas para que estes tenham novas fontes de renda através dos seus produtos. Nestes espaços os produtores podem comercializar os produtos produzidos por eles, sua família ou pequena indústria. Nossos produtos, muitas vezes, têm uma valorização maior lá fora do que dentro do próprio município e a nossa intenção é mudar esta realidade”, diz José Carlos.
Ele salientou ainda que este projeto conta também com o apoio técnico e logístico junto aos produtores, dinamizando assim o escoamento dos seus produtos. “Além de instruir os mesmos a se adequarem às exigências da legislação vigente, tendo como principal foco a exigência da legislação sanitária de Santa Catarina, auxiliando assim os produtores na construção de locais apropriados para manuseio e fabricação dos seus produtos agrícolas, evitando transtornos futuros para os mesmos”, completa o secretário.





