3 de outubro de 2026
AIDS

Com o tema “Diga não ao preconceito”, ações serão realizadas contra a discriminação

Trabalho dos órgãos de saúde acontece neste em 1º de dezembro

Por Caçador Online

No Dia Mundial de Luta Contra AIDS, 1º de dezembro, as ações dos órgãos de saúde de Caçador, encabeçadas pela Vigilância Epidemiológica, estarão voltados a diminuir o preconceito. A partir das 16h, serão realizadas ações junto ao Parque Central, com o objetivo de diminuir a discriminação que os portadores sofrem tanto na comunidade como em suas próprias famílias e amigos.

A Epidemiologia mantém também outdoors espalhados na cidade, lembrando à sociedade que o preconceito não deve ser cultuado em nenhum caso.

Ainda, nesta terça-feira, 1º, os trabalhos serão intensificados junto às unidades de Saúde e equipes de PSF/PACS e empresas com parceria do SESI e demais empresas que manifestaram interesse pontuar a data como forma de Luta Contra o Preconceito.

O SENAC através da Coordenação do Curso Técnico de Enfermagem, também em parceria estarão passando nas unidades de saúde do município desenvolvendo uma enquete junto aos funcionários sobre o preconceito. “Posteriormente estaremos divulgando os dados sem que haja identificação dos participantes, bem como com distribuição de kits informativos”, afirma a coordenadora da Vigilância Epidemiológica e Programa Municipal de Prevenção DST/HIV/AIDS, Paula Brustolin Xavier.

Ainda, segundo ela, material educativo será oferecido, incentivando as pessoas a fazerem seu teste de HIV. “O teste é gratuito e basta apenas procurar o laboratório Municipal de Análises Clínicas. O resultado é sigiloso e entregue apenas para a pessoa”, afirma Paula.

A enfermeira destaca que é importante que as pessoas façam o exame e saibam da sua condição sorológica, uma vez que, “quanto mais precoce for realizado o diagnóstico, permite a imediata aplicação de ações de saúde que vão manter a qualidade de vida da pessoa dando a ela maior longevidade”.

“Convidamos você a unir-se a esta causa. Digam não ao preconceito e a discriminação. A vida é mais forte que a AIDS e o preconceito está no sangue”, conclui.

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