O Centro de Triagem da Gripe A (H1N1) completou trinta dias de funcionamento e até o dia 9 de setembro, 2.207 pessoas foram atendidas no local, sendo 1.191 pacientes do sexo feminino e 1.016 do sexo masculino.
Apenas 25 casos foram considerados suspeitos, 17 foram medicados, 49 exames de sangue foram coletados, 36 pessoas foram encaminhadas ao hospital e 55 desistiram do atendimento no Centro. Do total de exames encaminhados pela Vigilância Epidemiológica de Caçador para análise apenas nove retornaram, sendo que cinco o diagnóstico foi positivo e quatro negativo.

Segundo o secretário da Saúde, Eduardo Barbosa Lopes, o Centro de Triagem funcionou muito bem durante esse período de crise. “Quando implantamos a unidade algumas pessoas acharam que era uma atitude exagerada, porém, mediante a tudo o que houve e a demanda de pacientes, Caçador mostrou que tem competência em situações como essa. Poderíamos ter sofrido muito mais, a cidade poderia ter apresentado um número maior de casos suspeitos se não tivéssemos agido de forma rápida e eficiente”, comenta.
Após trinta dias de funcionamento, a procura pelo Centro de Triagem caiu consideravelmente. No terceiro dia de atendimento, por exemplo, 199 pessoas procuraram a unidade. “No dia 30 de agosto não houve atendimento. O Centro foi aberto, porém nenhum paciente procurou a unidade, o que prova a redução nos índices de Gripe A em Caçador”.
Devido a essa redução, a Prefeitura Municipal de Caçador, em conjunto com a Secretaria da Saúde e a Vigilância Epidemiológica, decidiu permanecer com o Centro de Triagem em funcionamento durante o mês de setembro, mas em horário diferenciado.
O Centro permanecerá aberto das 8h às 17h, sem fechar para almoço, de segunda à sexta-feira, não abrindo mais nos finais de semana. “A nossa unidade é a melhor da região, a melhor equipada e a que possui maior número de profissionais. Mantê-la em funcionamento é uma questão de prevenção, mas devido à queda na procura as demais unidades de saúde em Caçador possuem condições de atender a população nos finais de semana e após às 17h nos demais dias”, enfatiza Lopes.
Aqueles que apresentarem sintomas da doença podem procurar o Pronto Atendimento após as 17h até a meia-noite, ou ainda o Pronto Socorro do Hospital Maicé.





