3 de outubro de 2026
Gripe A

Mais de 1,3 mil pessoas procuram Centro de Triagem

Por Caçador Online

Em dez dias de funcionamento, 1.322 pessoas procuraram o Centro de Triagem para receber atendimento  contra a Gripe A 21 casos suspeitos foram diagnosticados em Caçador Este foi o relatório do trabalho realizado no Sesi, desde a implantação do Centro.

“Realmente o número de pessoas que buscaram assistência no Centro é um pouco alto, porém os casos suspeitos nos deixaram um pouco mais tranqüilos. Se tivéssemos resolvido agir apenas agora, teria sido tarde e Caçador poderia ter muito mais casos suspeitos”, afirmou o prefeito Saulo Sperotto.

Além da equipe de médicos e enfermeiros da Secretaria Municipal da Saúde, outro grupo de profissionais saiu do “anonimato” comprovando sua eficiência e responsabilidade ao agir em um alerta de pandemia mundial.

A Vigilância Epidemiológica virou referência para imprensa e comunidade em geral na apresentação de dados reais sobre a situação local, como também na atuação rápida no monitoramento e acompanhamento dos casos suspeitos.

“O setor é conhecido como Vigilância em Saúde e se divide em ambiental, epidemiológica e sanitária. Ele é o coração da Saúde Pública, é onde o trabalho de geração de informações e notificações compulsórias acontece”, explica Paula Brustolin Xavier, coordenadora da Vigilância Epidemiológica de Caçador.

Segundo ela, secretarias municipais e estaduais da saúde, como também o Ministério da Saúde, possuem uma lista de doenças que devem ser monitoradas. “Se algum caso aparecer em uma cidade ou região é preciso comunicar a unidade sanitária que irá agir na não propagação dessa doença”,, afirma.

Medidas de controle são utilizadas, algo similar ao que está sendo feito com a Gripe A. “Nesse caso adotamos um protocolo criado pelo Ministério da Saúde justamente por se tratar de uma pandemia. Porém o trabalho da Vigilância Epidemiológica não acontece apenas em situações graves como da Influenza H1N1. Nós trabalhamos com os programas de meningite, tuberculose, dengue, hepatites, DST, AIDS, varicela, mordidas de cachorro e picadas de bichos peçonhentos, entre outros”, argumenta Paula.

Todas as declarações de nascidos vivos e óbitos são enviadas ao setor onde é feito um trabalho de digitação dessa declaração e os dados são encaminhados à Secretaria de Estado da Saúde que envia ao Ministério da Saúde. Através dele o Município recebe recursos para atuar na prevenção a doenças e na assistência em saúde.

Mais notícias