A decisão foi tomada na tarde dessa quarta-feira (24) durante reunião da Comissão Técnica formada pela Prefeitura Municipal para trabalhar o caso da reforma da instituição pública de ensino
Frente a situação de desconforto da comunidade escolar aos problemas na estrutura física da Escola Municipal de Educação Básica Tabajara, a Prefeitura Municipal, através da Secretaria da Educação, formou uma Comissão Técnica para acompanhar o caso.
Na tarde dessa quarta-feira (24) os membros da Comissão, formada por representantes da Secretaria da Educação, da Assessoria Jurídica do Município e pelos engenheiros e arquitetos do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Caçador, estiveram reunidos para discutir a situação e decidir quais serão as primeiras atitudes a ser tomadas para garantir a segurança dos alunos e profissionais da escola, como também não prejudicar o ano e o rendimento escolar.

“Em relação a Escola fizemos a reunião com a Comissão Técnica para chegarmos a uma solução mais segura, em primeiro lugar, e mais rápida. A Assessoria Jurídica da Prefeitura acionou a empresa responsável pela construção do prédio e estamos aguardando o seu pronunciamento. Enquanto isso não ocorre, os engenheiros e arquitetos do IPPUC vão realizar um novo laudo, fazendo uma radiografia completa de como está a Escola Tabajara. Ela apresenta problemas estruturais, porém não vai desabar, mas medidas devem ser tomada prevenindo que algo pior aconteça”, aponta a secretária da Educação, Scheilla Maria Soares Marins.
A empresa responsável pela construção tem cinco dias para se posicionar. Caso ela não assuma os problemas no prédio, a Prefeitura irá realizar a obra. “As rachaduras e o causador desses danos no patrimônio serão arrumados. Não é uma obra muito longa ou cara segundo os engenheiros e é desejo da Administração Municipal solucionar esse problema o quanto antes. Em questão de prédio, está tudo resolvido. Vamos aguardar até segunda-feira (29) para nos pronunciar pedagogicamente. Porém, a partir de hoje (24) os alunos entram em férias”, comenta Marins.
Segundo a secretária, os professores vão solicitar trabalhos para os alunos para que eles não percam tanto tempo sem atividades curriculares. “Eles teriam uma semana de férias em julho e vamos ampliar para 30 dias, que é o previsão de conclusão da obra”.
Após a paralisação a intenção da Secretaria da Educação é repor o período perdido pelas crianças. “Estamos com dois espaços em aguardo e que será utilizado caso a reforma não fique pronta em tempo hábil. Sabemos de que esses locais não são os ideais, mas para realizar algumas atividades com os alunos eles serão viáveis. Queremos solucionar esse transtorno o mais rapidamente possível e fazer com que a comunidade escolar volte a suas atividades normais de forma breve, mas temos que prezar pela segurança dos alunos e professores, então não está descartado o atraso na conclusão dos trabalhos. Pedimos apoio e paciência de pais, alunos e professores, mesmo porque o que estamos fazendo é em benefício de todos”, conclui Marins





