3 de outubro de 2026
Tecnologia

Prefeitura recebe mais uma empresa de Geoprocessamento

Por Caçador Online

Nessa quarta-feira, 4, a empresa Geomais, engenharia e geoinformação, ministrou palestra para a equipe da Prefeitura de Caçador, apresentando uma ferramenta inovadora e mostrando a sua aplicação e os casos de sucesso do produto em cidades como Joaçaba.

Antes de aplicar todo e qualquer projeto em Caçador, o Poder Público Municipal necessita de dados, material esse que servirá de base para a real viabilidade de suas ações. Nesse espaço surge o Geoprocessamento, que é o processamento informatizado de dados georreferenciados que permite o uso de informações cartográficas (mapas, cartas topográficas e plantas) para ser utilizado em diversas aplicações e, principalmente, no desenvolvimento e crescimento ordenado de uma cidade.

“O produto é novo no mercado. Desde 2005 a Prefeitura está aberta às empresas que queiram mostrar e apresentar essa tecnologia. Já recebemos a visita de dez empresas que trabalham com o Geoprocessamento e estamos aptos para montarmos um edital e licitarmos a empresa que irá ser responsável por esse levantamento de dados”, revela Karina Pompermayer, diretora do Instituto de Pesquisa e Planejamento de Caçador (IPPUC).

Segundo ela, esta é uma tecnologia cara, porém infinita em oportunidades. Não apenas o setor de planejamento da Prefeitura se beneficiará com o Geoprocessamento. “A ferramenta não serve apenas para as questões urbanas, mas para os avanços na área de saneamento e para conhecermos a atual realidade de Caçador, seus habitantes, número de residências e ocupação territorial exata. Se desejarmos planejar Caçador para daqui 20 anos, o Geoprocessamento é essencial”, acrescenta Pompemayer.

O termo geoprocessamento utiliza técnicas matemáticas e computacionais para o tratamento da informação geográfica e que vem influenciando de maneira crescente as áreas de Cartografia, Análise de Recursos Naturais, Transportes, Comunicações, Energia e Planejamento Urbano e Regional.

“No geoprocessamento a análise é clara e os critérios são estatísticos, ou seja, estaremos embasados em números, porcentagens e gráficos, além de sabermos a realidade física e econômica de Caçador. Teremos ainda o cadastro atual de imóveis e o levantamento correto de todos os terrenos ocupados ou não da cidade, podendo efetuar a cobrança de impostos de forma leal a realidade. Estaremos saindo da era do achismo, da prancheta, para entrarmos na Era da Tecnologia”, diz a diretora do IPPUC.

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