O Sindicato dos engenheiros agrônomos de Santa Catarina (Seagro-SC) se reuniu em assembléias regionais no dia 15 para deliberar sobre indicativo de estado de greve. Segundo nota enviada ontem, eles afirmam que após mais de 150 dias do dissídio da categoria ocorrida em 1º de maio e sem qualquer posição definida por parte tanto da Secretaria da Agricultura, como pela Comissão de Política Financeira do Estado não restou outra alternativa que o estado de greve.
As votações aconteceram em todas as regionais do estado, inclusive na de Caçador. Dentre as reivindicações estão as apresentadas pelos trabalhadores da Epagri e Cidasc como reposição integral do INPC, revisão do plano de cargos e salários, correção da tabela salarial e reposição de perdas que nos últimos 5 anos que já ultrapassam os 30%.
“Esta falta de sensibilidade que o Governo tem demonstrado frente às reivindicações dos engenheiros agrônomos desde o início da campanha salarial deixa claro que acreditam que os profissionais vão ficar na passividade diante desta desconsideração gritante”, diz a nota do Seagro.
Além disso, o documento enfatiza que “o Seagro vai exercer o seu legítimo direito na defesa do patrimônio intelectual e gerador de tecnologias para a agricultura catarinense evitando que a atual posição política do governo desmantele a estrutura de pesquisa e extensão rural co-responsáveis pelo PIB agrícola catarinense de 51,7% em 2007”.





