3 de outubro de 2026
Medicina Preventiva

Unimed Caçador discute DST´s/AIDS

Por Assessoria de Imprensa da Unimed

O projeto Medicina Preventiva, mantido pelo Comitê Educativo da Unimed Caçador, realizou mais uma palestra na semana passada, na empresa de móveis FRAMEPORT. O tema ministrado foi “Doenças Sexualmente Transmissíveis e AIDS”, aos membros da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes-CIPA.

As doenças transmitidas, predominantemente, pelo contato sexual, foram abordadas pelo cooperado ginecologista e obstetra Francisco Ogibowski, que indicou sobre os números ocorridos quanto às doenças, inaceitáveis diante de tanta informação que existe nos dias de hoje.

“Causadas por vírus, bactérias, fungos e microorganismos, são doenças que podem evoluir desde assintomáticas até complicações graves e a morte”, alertou o médico, dando ênfase ainda para enfermidades como sífilis, gonorréria, herpes genital, uretrites e hepatites virais.

Quanto à AIDS, o médico afirma que o mal é considerado a maior pandemia do século XX, o qual atinge mais de 40 milhões de pessoas no mundo inteiro. “A transmissão se dá, em 60% dos casos, através do contato homossexual ou heterossexual; sangue e derivados atinge 30%, sendo 80% por usuários de drogas”, relata, complementando que hoje a chance da mãe transmitir para o feto é de 25%, podendo ser reduzida para menos de 8% se, a partir do 2º trimestre de gestação, a mãe utilizar uma medicação chamada zidovudina.

Ogibowski ainda destaca que não representa risco de transmissão os fomites (toalhas, roupas, utensílios), os vetores alados (mosquitos) e contato social (aperto de mão, abraço, beijo no rosto).

“É importante esclarecer que a quantidade de vírus na saliva não é expressiva para considerarmos tal possibilidade, além disso existem substâncias inativadoras do HIV na saliva que aproximam os riscos de infecção a quase zero”.

A melhor forma de controle desta epidemia são as campanhas de prevenção, com orientação da população sobre os riscos de transmissão, controle adequado de sangue e hemo-derivados, prevenção entre usuários de drogas intravenosas e a prática do sexo seguro.

“A melhor forma de prevenir esta doença é usando camisinha em qualquer tipo de relação sexual (anal, oral ou vaginal), seja hetero ou homossexual, agulhas e seringas sempre descartáveis, transfusão de sangue só com o sangue testado e evitar contatos com objetos pérfuro-cortantes não esterilizados”, encerra o ginecologista. 

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