A Secretaria de Bem Estar Social e Programa Sentinela realizaram nesta quarta-feira, 7, a campanha “Não use a mão para a violência, use para Discar e Denunciar!” contra a violência e exploração sexual infanto-juvenil.
Na campanha foram distribuídos mais de 1200 panfletos com orientações do Programa Sentinela. A equipe do programa esteve posicionada na Avenida Senador Salgado Filho e Rua Herculano Coelho de Souza, consideradas pontos estratégicos que abrangem significativamente a população.
“Por meio das panfletagens estamos conscientizando a população sobre a importância das denúncias, que são sigilosas e garantem o bem-estar das nossas crianças e adolescentes” fala Shanna De Nardi Furlin, Psicóloga do Programa Sentinela.
No dia 18 de maio, Dia Nacional de Combate à Violência e Exploração Sexual, estará sendo intensificada a campanha. “Neste dia o Brasil inteiro fará trabalhos para que a população se comova, se dê as mãos para diminuir a violência contra crianças e adolescentes”, diz Ana Lucia Maceno, coordenadora do Programa.
SENTINELA
O Programa Sentinela é composto por uma equipe multidisciplinar especializada, destinada a atender crianças e adolescentes vítimas de violência psicológica, física, sexual, negligência e exploração sexual, bem como as suas famílias.
O principal objetivo do Programa é um conjunto de ações interligadas que criam condições que possibilitam às crianças e adolescentes e suas famílias, o resgate e a garantia dos seus direitos fundamentais, desenvolvendo ações sociais para o fortalecimento da auto-estima e o restabelecimento do direito à convivência familiar e comunitária da população infanto- juvenil, garantindo o acesso aos serviços de Assistência Social, Saúde, Educação e Justiça da nossa cidade.
Entre as ações desenvolvidas pelo Sentinela no município, estão a abordagem educativa às crianças e aos adolescentes explorados nas ruas, encaminhamento à rede de atendimento e defesa dos direitos da criança e do adolescente, atendimentos individuais e grupais com crianças, adolescentes e familiares, e prevenção através de palestras, panfletagem e meios de comunicação.
Segundo Ana Lúcia, a violência doméstica, além de determinantes estruturais, é de natureza interpessoal, faz parte de um contexto de relacionamento adulto/criança, ocorre com mais ou menos intensidade em todos os níveis socioeconômicos e culturais. “Acontece em todos os lugares independente de cultura, raça, credo ou situação econômica”, diz a Coordenadora do Programa.
Para denunciar violência contra crianças e adolescentes entre em contato com o Conselho Tutelar pelo telefone 49 3563 4045 ou 99773961





