O secretário de Saúde Vilson dos Anjos, atendendo a convocação dos vereadores Gilberto Comazzetto, Deoclides Sabedot e Alcedir Ferlin, todos do PMDB, participou da sessão desta terça-feira da Câmara de Caçador.
Os vereadores fizeram diversos questionamentos e colocações acerca de problemas encontrados na área da Saúde no município e apresentaram as denúncias por eles recebidas. O secretário, no entanto, fez questão de salientar o seu pouco tempo à frente da Saúde, afirmando que ainda não se familiarizou com todas as questões. Devido a isso, a representante do Grupo Gestor, Cleony Figur foi chamada para auxiliar o secretário nas respostas aos questionamentos.
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Dentre as perguntas, uma das principais foi com relação à demora no atendimento e nas consultas. “Temos casos de pessoas que tem consultas marcadas para mais de 6 meses”, afirmou Ferlin.
Além disso, outra questão foi com relação à falta de agentes de Saúde no aeroporto. Antonio Gilberto Gonçalves (PT) e Marcos da Silva Creminácio (PT) discorreram sobre o assunto.
“Até mesmo nos afirmaram que essa situação estava sendo resolvida, mas isso ainda não aconteceu”, disse Gonçalves. Ele ainda fez elogios ao trabalho de Cleony e de Claudemir Leidens, que está à frente do programa da Saúde Bucal, custeado pelo Governo Federal.
Creminácio destacou o fato de o secretário ser pastor e pediu para que a religião não se envolvesse nas questões da saúde, principalmente no atendimento as pessoas que moram na Zona de Baixo Meretrício. O pastor afirmou que procura deixar bem distintos o seu trabalho da Saúde e a igreja.
O petista sugeriu ainda que seja feito um trabalho de prevenção nas escolas, para que se evite as Doenças Sexualmente Transmissíveis e a Aids. Cleony garantiu que vai levar a idéia para o Grupo Gestor analisar.
Já Gilberto Comazzetto revelou que um pai, que não teve o atendimento do seu filho de um ano que tem problemas de visão e foi expulso da Secretaria de Saúde, registrou um Boletim de Ocorrência contra o secretário de Saúde. “Se o atendimento acontece deste jeito não se tem a tão falada humanização”, disse.





