3 de outubro de 2026
Lei

Excesso de barulho na cidade é questionado

Vereadores enfatizaram desrespeito também com a questão do lixo

Por Caçador Online

Os vereadores questionaram, na sessão desta segunda-feira, 17, o excesso de barulho na cidade em horários e locais impróprios. O motivo, segundo eles, são as inúmeras reclamações recebidas de moradores.

“A baderna continua na Beira-rio, por exemplo. Existe uma Lei que define as questões de altura de som, mas ela não está sendo respeitada”, enfatiza o peemedebista, Deoclides Sabedot, pedindo para o líder do prefeito na Câmara, Zé Carlos dos Santos, para que seja tomada alguma atitude. “Além do mais, a quantidade de lixo que é jogado dentro do rio é enorme, mostrando tamanha falta de respeito por parte de algumas pessoas”.

Sabedot aproveitou para destacar o uso das câmeras de segurança, uma das quais já está funcionando na Beira-rio. “Não adianta, então, cuidar do lado em que a câmera está. É necessário observar para os outros locais onde não estão vigiados”, completa.

Já o também vereador do PMDB, Beto Comazzetto, aproveitou para salientar a necessidade de um banheiro público no local. “O problema se agrava mais ainda quando as cercas de muros de casas são usados para se fazer as necessidades de diversas pessoas que vão até a Beira-rio”.

“Se não tiver como construir os banheiros, então que a Guarda Municipal fiscalize com mais rigor essa questão”, completa.

O presidente da Câmara, Antonio Gilberto Gonçalves, destacou que o problema do som alto não é apenas na Beira-rio, mas em outros locais da cidade. “Até mesmo em frente à UnC, nos horários de aulas, às vezes, os professores têm que parar as suas explicações para esperar os carros, com sons no último volume, passarem”, revela indignado.

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