Este é o terceiro ano consecutivo que a universidade participa da missão
Pela terceira vez consecutiva uma equipe da Universidade do Contestado, campus de Caçador, participa do Projeto Rondon, uma missão social desenvolvida pelo Governo Federal Através do Ministério da Defesa. Dois professores e seis acadêmicos chegaram neste domingo, 8, na cidade de Rodrigues Alves, no Acre, onde irão desenvolver projetos sociais.

De acordo com o professor coordenador da equipe da UnC, Nélton Baú, a principal carência do município é nas áreas de saúde, agricultura, gestão pública e ordenamento jurídico. “Eu estive em Rodrigues Alves e é um município bastante pobre. A partir do diagnóstico das necessidades nos desenvolvemos 29 projetos que colocaremos em prática”, explica.
O professor, que já participou em outras oportunidades do Projeto Rondon, relata que é uma experiência enriquecedora. “Fico feliz em ajudar pessoas que não tiveram oportunidades, é gratificante passar um pouco do conhecimento que a gente recebeu e ainda representar nossa universidade e nossa cidade em um projeto nacional”, diz.
Apresentação do Projeto Rondon
O Projeto Rondon é uma ação interministerial de Governo, coordenada pelo Ministério da Defesa, em estreita parceria com o Ministério da Educação, destinada a incorporar, de forma ativa, a contribuição do estudante universitário na redução das desigualdades sociais e regionais.
Histórico do Projeto Rondon
O Projeto Rondon foi criado em 1967, e levou estudantes e professores de instituições de ensino superior a desenvolver trabalhos sociais nas regiões mais carentes do País até 1989.A reativação do Rondon foi proposta pela União Nacional dos Estudantes (UNE) ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em novembro de 2003. “Ele faz pensar um projeto de nação, pois desloca alunos de sua realidade local para outra vivência”, defende o coordenador-geral de Orientação e Controle da SESu /MEC, Jorge Gregory.
Uma das mudanças importantes, adotadas pelo governo federal, ao retomar o projeto em 2004, é que na primeira fase de implantação, na década de 1960, o estudante fazia a inscrição e aguardava a seleção. Na nova fase, a inscrição fica a cargo das instituições de ensino, que necessitam demonstrar excelência e qualidade acadêmicas para serem selecionadas.





