Tirar as empresas da informalidade. Com este objetivo e com a idéia de apresentar como funcionam as ferramentas do associativismo, a Associação das Micro e Pequenas Empresas de Caçador (Ampe), realizou um encontro com um grupo de artesãs.
Artesãs: Saída da informalidade com a formação do núcleo
De acordo com o diretor-executivo da entidade, Ibrahim Socreppa, a reunião girou em torno da formação da empresa individual com responsabilidade limitada.
“Isso é possível hoje com a sanção da Lei Geral das Micro e Empresas de Pequeno Porte, para regularizar as empresas”, enfatiza
Ele destaca ainda que este é um compromisso assumido pelo presidente da Federação das Micro e Empresas de Pequeno Porte, Clovis Ferreira, bem como pela Ampe de Caçador, que há muito tempo vem estudando o assunto. “Pretendemos primeiramente formar um núcleo para possibilitar o treinamento, a fim de desenvolver um projeto de qualificação em parceria com o Sebrae”, assinala Socreppa.
O diretor-executivo ainda reforça que ligada à Ampe, já existe a Associação dos Artesãos e Artistas Plásticos, com a qual já foram desenvolvidas algumas atividades buscando a melhoria da tecnologia, em missões para o Largo da Ordem, em Curitiba e Blumenau.
Os núcleos
“Os núcleos de empresas de um mesmo ramo de atividade atuam m conjunto na solução de problemas comuns, quebrando o isolamento da micro e pequena empresa, mesmo concorrendo entre si na disputa pelo mercado”, revela, afirmando que isso proporciona condições de negociar melhor a aquisição de equipamentos e matérias-primas, além de facilitar o acesso às inovações tecnológicas e de mercado no mundo globalizado.
Esses núcleos setoriais são criados dentro das Associações Empresariais e o funcionamento de um núcleo setorial se dá a partir da identificação dos problemas e necessidades, troca de informações e tomada de decisões para treinamento e consultoria. “A partir daí, buscam-se as soluções”, finaliza Socreppa.





