3 de outubro de 2026
Investimentos

Coleta seletiva de lixo receberá investimentos

Por Ass. Imp. Prefeitura Municipal

O projeto de Coleta Seletiva de Lixo, implantado recentemente vai receber mais investimentos, para ampliar o número de resíduos coletados. A  informação foi dada pelo prefeito Saulo Sperotto em visita a Cooperativa Cidadania e Meio Ambiente  (Cocima), nesta terça-feira. Ele estava acompanhado do vice-prefeito Lucir Christ, do secretário de Agricultura, Darci Ribeiro, do deputado federal Ivan Ranzolin e do vereador Sérgio d´Agostini.

De acordo com o prefeito, com a aprovação do projeto de coleta seletiva na Câmara Municipal, será possível a empresa ESA, responsável pela coleta, disponibilizar mais um caminhão, aumentando o volume de lixo recolhido. “Esse é um de nossos projetos ligados a área ambiental, porque entendemos que quanto maior o número de lixo destinado a reciclagem, menos agressão ao meio ambiente teremos”, afirmou.

Atualmente, 13 pessoas trabalham na Cocima, fazendo a separação do lixo reciclável que é recolhido pela empresa ESA. Em média, hoje está sendo recolhida  uma tonelada por dia e com a ampliação é possível ampliar para duas ou mais toneladas. “O importante é que a comunidade está participando e separando o lixo em suas casas para ser entregue a cooperativa”, enfatiza Sperotto, acrescentando que sem a participação da comunidade é impossível levar esse projeto adiante.

A Prefeitura disponibilizou um barracão para a Cocima e também colocará a disposição o maquinário utilizado na separação do lixo, além de oferecer uma cesta básica por família mensalemte. “Ao todo queremos investir cerca de R$ 250 mil nesse projeto, pela sua importância para o nosso município”, salientou. “Outro detalhe interessante desse projeto é que ele tira das ruas os carrinheiros, colocando-os num local de trabalho seco, coberto e com condições de segurança”, finalizou Sperotto.

Preocupação Ambiental

Além de render dinheiro, a coleta seletiva de lixo tem uma importância muito grande para o meio ambiente, porque deixa de colocar os resíduos diretamente no aterro sanitário. “Nosso objetivo é que somente o lixo orgânico seja enterrado no aterro sanitário. Desde que começamos com o projeto já deixamos de colocar lá pelo menos umas 50 toneladas de lixo”, explicou Sperotto.

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