Considerada uma obra fundamental para desviar o trânsito de caminhões pesados do centro de Caçador, a Perimetral Contorno Norte está com as obras paralisadas. Segundo a Secretaria Regional de Desenvolvimento, a continuação dos trabalhos depende de uma licença ambiental da FATMA. “Esta licença ambiental já foi solicitada pela Prefeitura Municipal e deverá sair dentro de no máximo um mês”, afirma o gerente de obras da SDR, Newton Marçal Santos.

Com a licença em mãos, o próximo passo é fazer uma licitação para definir a empresa que irá continuar a abertura da estrada, os serviços de terraplanagem e posteriormente a pavimentação. “Depois de concluído o processo licitatório e lançado seu edital, as obras irão recomeçar. Acredito que dentro de 10 a 12 meses o Contorno Norte estará 100%”, comenta Marçal.
Em relação à ponte sobre o Rio Caçador que faz parte do trecho, a Prefeitura Municipal aguarda que a estrada seja totalmente aberta para possibilitar a chegada do caminhão com os materiais. “Toda a estrutura de sustentação, os pilares, já está pronta. Só falta a parte de cima da ponte que terá 40 metros”, diz o secretário municipal de infra-estrutura, Davi Pulkow.
Perimetral Contorno Norte
A Perimetral Contorno Norte é uma estrada de aproximadamente quatro quilômetros que vai interligar dois trechos da rodovia SC 302, um na saída para Calmon após a empresa Lamipac e outro na saída para Lebon Régis próximo ao Posto Transrodace.
A obra está orçada em mais de R$ 4 milhões, é uma parceria entre Governo de Santa Catarina e Prefeitura de Caçador. Enquanto o Estado é responsável pela abertura da estrada, terraplanagem e pavimentação, o Município se encarregou de construir a ponte sobre o Rio Caçador e indenizar as famílias que tinham propriedades ao longo da estrada.
O objetivo da Perimetral Contorno Norte é solucionar um dos principais problemas do trânsito de Caçador, ou seja, desviar o tráfego de caminhões pesados do centro da cidade, que hoje aumentou em face de pavimentação da rodovia Caçador/Porto União. O escoamento da produção de madeira causa um fluxo pesado de caminhões que passam pelo centro da cidade, em ruas importantes como José Gioppo e Brasília. Com essas obras os caminhões vão desviar e sair direto no asfalto.





