A Prefeitura de Caçador garantiu que o Carnaval de Rua, marcado inicialmente para acontecer na Beira-Rio deverá acontecer. A confirmação foi dada pelo secretário de Indústria, Comércio e Turismo, Fahdo Thomé Neto.
Segundo ele, trata-se de uma festa da cultura brasileira e que não se pode acabar com a tradição que é o Carnaval. “Não fomos nós que criamos esta festa, ela é realizada em todo o país e por isso, vamos proporcionar para a nossa comunidade uma alternativa de diversão”, afirmou.
Fahdo destacou que haverá toda a segurança necessária para manter a ordem no local do evento. “Teremos a Polícia Militar e a Guarda Municipal trabalhando no evento, bem como as câmeras de segurança que estão instaladas”, afirmou.
Ainda, de acordo com o secretário, a polêmica sempre existe quando se quer o sossego e alguma coisa incomoda. “O que não podemos deixar é que uma ou outra pessoa venha a prejudicar a diversão de milhares de caçadorenses, que gostam da festa e que irão participar. A grande maioria nos cobra isso. Além do mais, serão apenas dois dias, no final de semana, com uma festa começando às 21h e seguindo até o início da madrugada”, completou Fahdo.
A respeito das bebidas e comida, o secretário salienta que haverá pessoas cadastradas junto à Prefeitura e à Vigilância Sanitária, para que isso seja possível. “O que não vamos permitir é que a pessoa entre com bebidas em excesso, principalmente para coibir a venda sem autorização, mas quem quiser, poderá levar a sua bebida ou mesmo comprar e se divertir”, explica, enfatizando, no entanto, que apenas recipientes de vidro serão proibidos.
Com relação ao posicionamento do Ministério Público em Caçador, Fahdo informa que a Prefeitura ainda não foi notificada, mas que, assim que for, irá também tomar as providências para garantir a festa.
Corpo Esgualepado fará festa no Parque
Já o bloco Corpo Esgualepado deverá realizar a sua concentração no salão de exposições do Parque das Araucárias. A Prefeitura cedeu o local, já que o bloco teve que buscar uma alternativa às Bochas, que não poderá receber o carnaval.
De acordo com o chefe de gabinete, Munir Bittar, essa possibilidade foi apresentada pelo fato de que não haverá cobrança de ingressos. “Existe um decreto, mas que proíbe a utilização com a cobrança na entrada, mas como o bloco não fará isso, então optamos por ceder o local”, completou.